sábado, 29 de março de 2008

Eu roubo, tu roubas, ele vota

A melhor maneira de corrigir os próprios erros não é mostrar que outros também erraram. No entanto, o governo do presidente Lula optou por essa estratégia.
Todos sabemos que a grande maioria dos políticos brasileiros é corrupta. Mesmo que os que têm boas intenções ao serem eleitos, em sua maioria são corrompidos pelo poder e pelos seus pares. Mas o governo Lula vem mostrando sua índole lesadora a todo momento. Agora, eles querem mostrar que o Fernando Henrique também roubou . Isso não me interessa, o FHC já deixou a presidência - se ninguém acusou os erros de seu governo durante os dois mandatos em que esteve na presidência, não adianta incriminá-lo agora. O que pode ser feito agora é conter as tentativas de desperdício do dinheiro público no governo atual. Mas não parece ser essa a vontade do mandatário supremo. Não sei se ele tem envolvimento pessoal em todas as fraudes e roubos que ocorrem desde o início de seu primeiro mandato; sei, sim, que seus amigos são desonestos. Tenho vontade, inclusive, de enviar ao senhor presidente, um livro de provérbios populares, pois nesse texto, até agora, já se encaixam dois: não adianta chorar sobre o leite derramado e dize-me com que andas e eu te direi quem és. Corre à boca pequena que uma reunião do PT foi adiada, pois a Polícia Federal ameaçou dar voz de prisão ao coordenador por formação de quadrilha. Marcos Valério, Delúbio Soares, e o chefe da quadrilha, o senhor José Dirceu agiram sem nenhum conhecimento do Lula? Das duas, uma: ou o presidente joga no mesmo time deles, ou é um verdadeiro tapado, uma vez que tudo ocorreu, literalmente, sob as suas barbas. A e B, eu escolho A, mas numa dúvida tremenda, acho que essa questão será anulada, pois as duas alternativas estão corretas.
A primeira dama manda vir cabelereiro de outro estado (Wanderley Nunes, de São Paulo). A cachorrinha do presidente, Michelle (isso é nome de cachorro? Todas as Michelles deveriam adotar vira-latas e chamá-los de Lula), passeia em carro oficial. Isso é exemplo? Aliás, quem poderia esperar exemplos de uma pessoa que passou mais de 20 anos sem trabalhar, vivendo exclusivamente às custas de um partido político. E o que dói, nessa história toda, é ver a divulgação de uma pesquisa que constatou que o índice de aprovação do governo Lula atingiu seu ponto mais alto. Pessoal, o tão propagado desenvolvimento econômico é uma relidade mundial. Atualmente, qualquer nação, com um mínimo de potencial, se buscar o progresso, obtém êxito. E o Brasil não vai tão bem assim. Estamos, isso sim, nos afastando da miséria absoluta, mas isso não se deve ao presidente do Brasil, e sim ao Brasil. O que se diria digno de um "presidente do povo" seria uma maior fiscalização sobre os ganhos exorbitantes dos banqueiros, afinal de contas, o dinheiro que eles emprestam, a juros extorsivos, é o dinheiro que nós, cidadãos, aplicamos e depositamos em seus bancos. Mas aí, quem iria financiar as campanhas dos políticos?
E o Lula ainda quer nos legar seu sucessor (no caso, sucessora), a Dilma Rousseff - esse sobrenome me dá medo, pois se um silva pode ser tão anti-brasileiro, imagine uma rousseff...
Os métodos da ministra candidata ficaram bem claros nesse dossiê que tenta incriminar um ex-presidente.

sexta-feira, 28 de março de 2008

O SENHOR DO BONFIM x O SENHOR DA DENGUE

O Cesar Maia é uma figura. Ele é, inqüestionavelmente, inteligente. Foi um dos escudeiros do governador Leonel Brizola, desde o caso Proconsult (1982), sendo impulsionado em sua carreira política. Não é, ao contrário da maioria dos políticos brasileiros, desonesto, mas, às vezes, parece não bater bem da bola. Essa última dele, dizendo que iria à Bahia pedir a ajuda do Senhor do Bonfim no combate ao mosquito da dengue, foi uma piada. Certamente o prefeito da Cidade Maravilhosa não é o único culpado por toda essa tragédia que assola o Rio de Janeiro. Mesmo porque o mosquito não é municipal. A responsabilidade é de todas as esferas públicas: a cidade do Rio de Janeiro, por ser núcleo do Grande Rio, o estado do Rio de Janeiro, pelo fato da epidemia ocorrer em municípios seus, e o Governo Federal, por ser responsável pelo SUS. Mas isso não importa tanto; culpado ou não, o Cesar Maia deveria medir um pouco melhor sua palavras, pois o Brasil todo riu daquela argumentação. Além do mais, ele podia ter pedido ajuda ao Cristo Redentor, que além de representar a mesma entidade que o Senhor do Bonfim, é tão carioca quanto a epidemia. A dengue é um problema moral, pois se toda a máquina do Governo (nas três esferas) estivesse investida em suas obrigações, certamente o problema não teria atingido tais proporções. Vou radicalizar: grande parte da responsabilidade dessa tragédia deve-se aos corruptos e ineficazes governos de uma tal família do norte fluminense, e à incapacidade da Bené. Um estado complexo como o Rio de Janeiro não pode resistir a oito anos de desgoverno. O governo federal (com letras minúsculas) deu uma dentro, orientando criação de hospitais de campanha para auxiliar no tratamento dos doentes, mas não é conveniente tanta demora. O problema poderia ter sido minimizado se essa medida tivesse sido tomada antes. As forças armadas estão estagnadas, sem objetivos. Ações como esta, como o auxílio às polícias estaduais em situações de ameaça à paz pública, dão forma e função à atividade militar. Exército, Marinha e Aeronáutica custam muito aos cofres do governo, mas dão pouco retorno ao país. Um militar deve ser um operário da nação, e não um burocrata.Tomara que os políticos eleitos para governar, governem, e livrem a população brasileira do terror criado por essa epidemia. E tomara que o Cesar Maia pare de dizer besteira.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Tempo Tarde

Gente que vai, gente que vem...
Gente que fica, e a gente passa
Sem ver que é o tempo quem tem
Esse dom de ir e vir,
Essa magia, essa graça...

As horas cortam, o vento arde
E quando a dor se faz é que se sente
Que o andar do tempo se fez tarde
Pois o futuro se faz presente
E em meio a esse correr, calado
O que era presente se vai passado.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Os caminhos da educação

Qual a sua idade?

Se você tem mais de 35 anos, vai entender minhas palavras.
Eu tenho 43 anos (nasci em 1965). Sou carioca, estudei no Colégio Metropolitano, no Méier, da 5ª à 8ª série, e fiz o 2º grau (atual Ensino Médio) no extinto Colégio Comercial Professor Clóvis Salgado, em São Cristóvão, perto da Praça da Bandeira.
Eu tinha na época, uma estrutura familiar sólida, com excelente formação social dentro de minha própria casa. A escola era uma extensão da família. Havia rigidez em ambas esferas. Dentro de casa, aprendia a me relacionar com o resto do mundo, aprendia sobre respeito, solidariedade, e outros elementos que consolidavam minha formação pessoal e caráter. Na escola, aprendia a me dedicar a metas, buscar objetivos, compreender padrões lógicos de pensamentos, visando formar minha posição funcional na sociedade. Nos dois grupos estava implícita uma hierarquia que me ensinou a comandar e ser comandado.
Eu costumava ouvir, das pessoas mais velhas, que da década de 1960 para baixo, as melhores escolas eram as públicas (no Rio de Janeiro, o Colégio Pedro II, o Instituto de Educação, a Escola Técnica, o Ferreira Vianna, o Carmela Dutra, entre outros). Os professores eram rígidos, exigentes e, invariavelmente, competentes. Quem não conseguia vagas numa boa escola pública tinha que estudar numa particular. Vários fatores agiram para reverter essa condição, mas os principais foram a queda no nível dos professores e a irresponsabilidade e descaso da classe política diante da educação pública. Isso valorizou o ensino privado e desvalorizou o ensino público. A quantidade de escolas particulares cresceu, e a selvageria capitalista foi, pouco a pouco, transformando a educação numa atividade enriquecedora. Os donos de escolas deixaram de ser idealistas e se transformaram em empresários; os que antes enxergavam a função social da escola, tendo como principal objetivo formar cidadãos dignos, passaram a ver cifrões em cada aluno.
Antes, se um aluno não alcançava suas metas, a reprovação era inevitável. Hoje, se um aluno não consegue a média mínima para aprovação, a escola passa por cima do professor e aprova o aluno, senão o aluno muda de escola, e faz a tal da "dependência".
Por muitos anos dei aulas de matemática em escolas e cursos, por vários estados do Brasil. Atualmente, trabalho numa instituição particular de ensino, mas na área de informática, pois não consigo me identificar com os padrões vigentes de ensino. Veja: nessa escola a nota bimestral (de 0 a 10 pontos) de aluno é resultado do somatório AVALIAÇÃO (de 0 a 4 pontos) + PARTICIPAÇÃO (de 0 a 2 pontos) + FREQÜÊNCIA (de 0 a 2 pontos) + ATIVIDADES (de 0 a 2 pontos). Isso significa que se um aluno não faltar às aulas, nem atrapalhar o andamento destas, e entregar aos professores as tarefas de casa (que poderiam ter sido feitas por qualquer pessoa -um irmão, primo, ou pai por exemplo), ele garante 6 pontos, podendo tirar "zero" nas avliações (as tradicionais "provas"), e mesmo assim, obter aprovação.
Se um aluno não gostar de um professor, por ele ser exigente, ou por ele ser sério, e reclamar junto à coordenação, sabe o que a escola vai fazer? Mandar o professor embora, pois é fácil conseguir outro para substituí-lo. O que a escola não vai querer, de forma alguma, é perder o aluno, pois o aluno paga mensalidades. Numa visão "contábil", aluno é receita e professor é despesa. Por isso, o pré-requisito mais importante para fazer uma carreira docente de sucesso é " ser agradável". Se o professor tem conhecimentos ou não em sua ciência, é secundário. Fundamental é "ser agradável". Alguns conseguem ser, ao mesmo tempo, agradáveis e competentes, mas a maioria, ou é um ou é outro.
Sabe em quem o capitalismo se apóia para realizar toda essa destruição?

Numa classe que teoricamente, deveria trabalhar para enriquecer cada vez mais a educação, mas na realidade trabalham para enriquecer os empresários da educação: os PEDAGOGOS. Estes teorizam doidivanamente, atirando com uma metralhadora giratória e os olhos vendados.
Como uma pessoa pode saber a maneira correta de se ensinar matemática (por exemplo), ela própria não sabe matemática?
A tal da psicopedagogia diz que "o aluno deve fazer o que quer, e não deve fazer o que não quer". Desta forma, se o aluno não quer assistir aulas, você não pode contrariá-lo. Se ele que "bater papo", você tem que deixá-lo à vontade.

QUE EDUCAÇÃO É ESSA???

Se os métodos não forem modificados, se os valores não forem revistos, nossa sociedade corre o sério risco de ver agumas gerações perdidas, pois, aproveitando a conexão escola-família, estabelecida inicialmente, também temos uma ruptura sensível na estrutura familiar. Econtramos, dessa forma, quebras nas duas bases principais da formação social, moral, comportamental e intelectual do indivíduo.

Pensemos nisso.

Mais Livros...

Desta vez não falarei de livros isolados, mas sim de um autor:NOAH GORDON.

Noah Gordon é americano e tem profundo conteúdo histórico em suas obras. Seus trabalhos mais conhecidos são os da trilogia que trata de uma linhagem de médicos:

O FÍSICO: A Epopéia de um Médico Medieval
(história baseada no século XI, que trata, de forma apurada, da História da Medicina, e da saga de um menino que se possui um dom particular para a medicina);


Xamã: A História de um Médico no Século XIX
(história baseada no século XIX, contando sobre médicos de duas gerações de uma família);


A ESCOLHA DA DOUTORA COLE:

O Cotidiano de uma Médica no Século XX
(história contemporânea, próxima de nossas realidades, portanto sem necessidade de recorrências históricas, mas com forte apelo emocional em função da dedicação profissional da personagem-título).

Além dessas três obras, vale ainda destacar O RABINO e O ÚLTIMO JUDEU, livros que têm forte conteúdo histórico, e centrados, como os títulos já indicam, em personagens judeus, enfocando os problemas enfrentados por essa "etnia".

Outras obras do autor publicadas no Brasil (todas pela Editora ROCCO):
LA BODEGA;
SAM E OUTROS CONTOS DE ANIMAIS;
O COMITÊ DA MORTE;
O DIAMANTE DE JERUSALÉM.
(estes quatro últimos eu ainda não tive oportunidade de ler)

terça-feira, 25 de março de 2008

É BRINCADEIRA???

Bem, amigos da rede globo, eu acho que estou perdendo a razão. Acabei de assistir, no JORNAL NACIONAL, que uma organização internacional escolheu o rechonchudo senhor FAUSTO SILVA como o melhor apresentador da América Latina... Ô LÔCO, MEU...

Cara, eu não consigo mais assistir aquele programa. Sei lá, o Faustão é repetitivo, já enjoou. Eu fico indignado por ele chamar (alguns) convidados até interessantes, mas não deixar ninguém falar. Ele pergunta, o convidado esboça uma resposta, diz duas ou três palavras, e o Fausto completa a resposta, como que adivinhando o que o cara vai dizer.

Além disso, o programa DOMINGÃO DO FAUSTÃO tem uns quadros paupérrimos e, corre à boca pequena que cantores (solo, duplas e superiores) que se apresentam no programa deixam mais de R$100.000,00 (cem mil reais) para cantar uma ou duas músicas. Mas é assim, com o apelo àqueles que não gostam de pensar, e passam o domingo hipnotizados à frente do televisor, vendo Faustão, Joelma, Ximbinha e o resto da turma.

Eu me lembro do Fausto Silva, há mais de 20 anos, na Record, com o PERDIDOS NA NOITE. O cara era bom, eu não perdia um programa. Só que na época ele não era milionário.

Dizem que o cara ganha mais de um milhão e meio. Por mês. Eu vou trabalhar minha vida toda e não vou ver esse dinheiro. Estive fazendo as contas, e se eu trabalhar 30 anos, não vou ganhar nem a metade do que o gordo ganha em um mês.

Parece que eu estou ouvindo o vozeirão do Edmo Zarife (você pode não ligar o nome à pessoa) dizendo Brasil sil sil sil...

Mais Livros

Mais dois livros excelentes:

1) AS VEIAS ABERTAS DA AMÉRICA LATINA, Eduardo Galeano. Editora Paz e Terra.

Essa é uma obra ímpar, em termos de retratar a história da colonização (e exploração) das Américas por parte dos europeus. O autor fala também, obviamente, sobre as loucuras cometidas pelos portugueses no Brasil. É incrível o relato sobre o "roubo" do ouro brasileiro (de Minas Gerais, principalmente), e a inconseqüência dos colonizadores - Portugal poderia ser um dos países mais ricos da Europa (e não um dos mais pobres, como ocorre), se tivesse utilizado as riquezas usurpadas de nossa pátria.



2) A ERA DOS EXTREMOS, Eric Hobsbawm. Companhia das Letras

O autor, Hobsbawn, é um dos maiores historiógrafos do século XX, século este que ele define como iniciado em 1914 (Início da 2ª Guerra Mundial) e terminado em 1989 (queda do Muro de Berlim - Final da "Guerra Fria"), daí o subtítulo "O BREVE SÉCULO XX". O autor preocupa-se em concentrar todos os fatos do referido período para dar uma causalidade à realidade mundial dos anos 1990. Escrito com mão suave, porém analítica, o livro oferece a qualquer não-historiador a possibilidade de conhecer um pouco mais sobre um período que, mesmo que não tenha sido vivido fisicamente pelo leitor, influencia totalmente nossas vidas.

ATENÇÃO: Você pode até estar pensando que eu sou da área de História, por citar livros desse tipo.
Não.
Sou Matemático. Mas todas as obras aqui mencionadas são acessíveis a qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer um pouco mais do nosso passado, para poder viver mais racionalmente o presente.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Fotos da Terra

Rapaz, acho que a coisa mais fantástica que encontrei na internet foi o tal do GOOGLE EARTH. Quem conhece, sabe que é genial, mesmo. Quem não conhece está perdendo tempo. O download e uso é GRATUITO e ILIMITADO. Pode baixar por qualquer site de download (tipo BAIXAQUI).
Mas, pra quem não conhece, do que se trata?
É um programa de imagens fotográfica de satélites, articuladas, de forma que é como se você tivesse o planeta (pra falar da Terra, mas o Google Earth engloba todo o universo conhecido) em suas mãos, e pudesse visualizar qualquer região com o zoom desejado.
Veja alguns exemplos:


O Sambódromo e o Maracanã, ambos no Rio de Janeiro

E agora, os caras ainda estão inventando umas vistas em 3D, que são maravilhosas. Veja esta (não é de lugar conhecido):





Se você não conhece, vá lá, baixe, instale e divirta-se.
Pode ser no earth.google.com/download-earth.html .
ou pelo baixaqui, pelo superdownload etc.
Vai, e depois me diz o que achou.

Livros caros???

Por falar em livros, eles estão muito caros, né?
Mas eu descobri, aqui na internet, o tal do ESTANTE VIRTUAL, um site que aglomera vários sebos (sebo, pra quem não conhece, é uma livraria que trabalha com livros usados) de todo o Brasil (são mais de 800 sebos cadastrados no site), com mais de 2.000.000 (dois milhões) de livros catalogados. Você entra no site (http://www.estantevirtual.com.br), digita o nome do livro, ou o nome do autor, ou mesmo o assunto, e o estantevirtual lhe apresenta várias opções de compra, por todo o Brasil. É um "mercado livre" só de livros. Vamos fazer um teste? Pense num livro, entre no http://www.estantevirtual.com.br/ e procure. Tenho certeza que você vai encontrar.
Foi uma das melhores coisas que eu encontrei na internet.
Experimente, e me conte o que você achou...

Livros...


Você gosta de ler???
Acredito que goste, pelo simples fato de estar lendo esta matéria.
Eu, particularmente, gosto muito.
Sabe, eu acho que uma das principais funções do ser humano nesse mundo é aprender. Por isso, tenho especial interesse por livros nas áreas de antropologia filosofia e história, apesar de minha formação ser na área de exatas (matemática). Vou tentar mostrar, nest blog, alguns títulos de livros que eu acho que valem a pena serem lidos. Pra começar, hoje, vou comentar dois livros de uma mesma editora, a CAMPUS, do meu amigo Paul Cristopher. São eles:

1) A HISTÓRIA DO DINHEIRO, Jack Weatherford. Editora CAMPUS. (Inclusive, a revisão técnica da última edição foi feita por mim)
Como o nome já diz, conta a história e a evolução desse que "nos faz rir". Fala sobre a necessidade que o homem primitivo teve de criar um instrumento padrão de troca, para substituir o escambo, fala da evolução dos centros financeiros mundiais etc.
Para quem gosta de informação, cultura e história, é um prato cheio.



2) O ANIMAL MORAL. Robert Wright. Editora CAMPUS.
Esse livro é mais pesado. Mas, antes de mais nada, científico, evolucionista. Não é leitura para cabeças vaziaz. Trata de julgamentos dos padrões culturais e comportamentais humanos. Eu, inclusive, na primeira leitura dessa obra, fui tocado de maneira tão profunda e impactante, que guardei o livro, por duas semanas, naquela gaveta de baixo da geladeira (gaveta de legumes, acho). Guardei até me recuperar do choque que o último capítulo lido me causou. Juro, é verdade. Mas depois, terminei a leitura com o interesse de quem se descobria mais um pouco a cada página.
Esses dois valem a pena. Esses e muitos outros que também mencionarei aqui, futuramente.
Mas aceito sugestões, pois quero conhecer novos títulos.

Começando (2)



Pra começar, vamos falar do Eurico.
Que Eurico?
O Miranda, claro. Rapaz, eu fico desorientado quando vejo que um sujeitinho desse nível consegue se manter a frente de um clube do tamanho do Vasco. Essa última do sujeitinho, querendo atrapalhar a vida do atleta Leandro Amaral, foi ridícula. "Seu" Eurico, já ouviu falar em Princesa Isabel??? A escravidão acabou, o cara pode fazer o que quiser da vida dele.
O que mais me magoa é o fato de um jogador de futebol ter uma carreira produtiva tão curta, sujeito a contusões e cirurgias que podem diminuir ainda mais sua "vida útil", e um imbecil como o Eurico tenta encurtar mais ainda, impedindo o jogador de atuar. Pelo bem do futebol brasileiro, alguém deveria afastar o Eurico Miranda de qualquer vínculo com o Vasco. Não é a primeira vez em que isso acontece. O Eurico já atrapalhou a vida de muita gente. Isso sem levar em conta que ele vem fraudando as eleições no Vasco frequentemente, tentando se perpetuar no poder.


Começando

Olá.
Resolvi partilhar minhas idéias e opiniões com os internautas que gostarem de assuntos atuais (meu conceito de "atual" é muito amplo)...